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Restaurante e bar · 5 min

Sua TV está desligada (ou passando o YouTube). Dos dois jeitos, custa dinheiro

TV de um restaurante travada na tela do YouTube pedindo pra adicionar a conta do Google, na frente dos clientes.

A gente saiu pra andar pela cidade prestando atenção numa coisa só: as telas dos estabelecimentos. Bar, lanchonete, mercado, conveniência, confeitaria. Quase todo lugar tem uma TV pendurada num ponto nobre — a parede que todo cliente encara. E na maioria esmagadora, essa tela estava fazendo uma de duas coisas: nada ou trabalhando de graça pra outra pessoa.

Nos dois casos, é dinheiro saindo pela porta.

A tela desligada: o ponto mais caro da loja, mudo

Essa é a mais comum. A TV está lá, pendurada, cara, bem posicionada — e preta. Desligada.

TV desligada pendurada numa coluna de lavanderia, em cima do painel de instruções.
TV desligada pendurada numa coluna de lavanderia, em cima do painel de instruções.

TV desligada na parede de uma confeitaria, logo acima do balcão de bolos.
TV desligada na parede de uma confeitaria, logo acima do balcão de bolos.

TV antiga desligada numa pizzaria, ao lado dos sucos do balcão.
TV antiga desligada numa pizzaria, ao lado dos sucos do balcão.

Repara onde essas telas estão: em cima do balcão de bolos, do lado dos sucos, na coluna que todo mundo encara enquanto espera. É o melhor outdoor que o seu negócio tem — e ele está apagado. Cada cliente que passa por ali é um anúncio do prato do dia, do combo, da promoção, que não aconteceu.

A tela ligada no canal errado: você anuncia pros outros

A segunda cena é ainda mais irônica: a tela está ligada, bonita, chamando atenção — mas passando conteúdo que não é seu e não vende nada seu.

TV de bar passando o jornal da Globo, com um tótem caseiro de 'anuncie aqui' embaixo.
TV de bar passando o jornal da Globo, com um tótem caseiro de 'anuncie aqui' embaixo.

Esse bar até entendeu que a tela vale dinheiro — tanto que montou um tótem de papelão do lado, com "ANUNCIE AQUI" e um QR de WhatsApp. Só que a telona, essa sim enorme e no meio da parede, está passando o jornal. A atenção toda vai pro conteúdo da emissora, e a monetização virou uma gambiarra de papelão no cantinho.

TV de bar passando uma playlist de música sertaneja do YouTube.
TV de bar passando uma playlist de música sertaneja do YouTube.

TV de conveniência à noite passando um clipe de música aleatório.
TV de conveniência à noite passando um clipe de música aleatório.

Música no YouTube, clipe aleatório, novela. Tudo ótimo pra ambientar — e a Marca na Tela não tira isso do ar, pelo contrário. O problema é quando é isso. A tela entretém o cliente e não fala uma palavra do seu chope, da sua porção, do seu combo. Você paga a energia, a internet e o ponto na parede pra divulgar o artista e a plataforma de streaming.

E o pior de todos: a tela de login

Essa aqui a gente viu num restaurante cheio, na hora do jantar:

TV de restaurante travada na tela do YouTube pedindo pra adicionar a conta do Google, na frente dos clientes.
TV de restaurante travada na tela do YouTube pedindo pra adicionar a conta do Google, na frente dos clientes.

A telona, no meio do salão, presa na tela de "Adicione sua Conta do Google". Um QR code e um código de ativação, parados, na frente de todo mundo comendo. Não é entretenimento, não é anúncio, não é nada — é uma tela de configuração exposta pra sala inteira. Constrangedor, e caríssimo, considerando o ponto que ela ocupa.

O que a mesma tela podia estar fazendo

Nenhum desses lugares precisava trocar de TV, comprar equipamento caro ou chamar técnico. A tela já está lá, ligada na parede certa. Falta ela trabalhar.

A Marca na Tela pega qualquer uma dessas telas e faz ela:

  • Entreter o cliente com o conteúdo que você já gosta de passar (inclusive o YouTube) — a espera continua leve.
  • Vender no intervalo, mostrando as suas ofertas, o prato do dia, o combo, sem cobrir o conteúdo.
  • Avisar o que importa na barra do rodapé: horário, evento, promoção da semana.

Faz diferença medível: telas digitais no ponto de venda aumentam em 8,1% a chance de compra dos produtos exibidos, segundo estudo do Journal of Marketing com 30 milhões de compradores. A atenção que hoje vai pro clipe aleatório passa a valer pro seu caixa.

Vira o jogo em 3 passos, pelo celular

Não tem obra, não tem instalação complicada. Funciona em qualquer TV com navegador — Smart TV, Fire TV Stick ou um mini PC ligado na telona:

  1. Suba o seu anúncio pelo celular — uma foto do prato ou do produto já resolve.
  2. Abra o navegador da TV em play.marcanatela.com.br.
  3. Escaneie o QR que aparece na tela com o celular (ou digite o código). No ar.

Depois é tudo pelo celular, do balcão: mudou o preço, marcou um evento, acabou a oferta — você atualiza e a tela muda na hora.

A parede é sua. A tela também devia ser

Se a sua TV está desligada, ela é um outdoor apagado no melhor ponto da loja. Se está passando o YouTube ou o jornal, ela é um outdoor trabalhando pros outros. Nos dois casos, dá pra fazer melhor — e sem trocar nada.

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